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Tudo o que você precisa saber sobre a rede 5G

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No início do mês, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lançou uma consulta pública sobre redes 5G com o objetivo de diagnosticar os desafios que serão enfrentados com sua implementação. Além disso, o órgão quer mapear as oportunidades propiciadas por essa nova tecnologia no Brasil. Serão aceitas contribuições até o dia 31 de julho. Contudo, uma pergunta muito pertinente neste momento é: o que realmente é a rede 5G? Se você acha que é apenas a internet que posta a sua selfie no Instagram, confira a seguir tudo o que você precisa saber sobre o tema!

O que é?

De forma resumida, 5G é a evolução da rede empregada atualmente, a 4G. Ela é o próximo passo para a banda larga sem fio e vem sendo desenvolvida para suportar o progressivo volume de informações trocado diariamente por bilhões de dispositivos mundo afora. A promessa é que a nova rede ofereça uma cobertura mais abrangente e competente, maiores transferências de dados e um número consideravelmente maior de conexões simultâneas.

Atualmente, as chamadas redes de quarta geração, quanto à conexão, entregam uma velocidade média de, aproximadamente, 30 MB/s. A quinta geração, por sua vez, chegará a velocidades 50 a 100 vezes maiores: a previsão é que alcance até 10 GB/s.

Como funciona?

As redes 5G funcionam por meio de ondas de rádio, da mesma forma que as redes móveis das gerações passadas. Contudo, o espectro – o intervalo completo da radiação eletromagnética que contém as ondas de rádio – coberto pelas novas redes será consideravelmente maior que as anteriores, disseminando-se na faixa de 38 a 42 GHz.

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O que ela vai proporcionar?

A Global System for Mobile Communications (GSMA), uma organização internacional formada por mais de 1200 operadoras de rádio, internet e telefonia móvel, estabeleceu em 2014 alguns critérios para nortear o processo de implantação das novas redes. Entre eles:

  • Devem consumir até 90% menos energia que as redes de quarta geração – o que poderá, inclusive, diminuir custos futuros e tornar a tecnologia 5G mais ecológica;
  • O número de dispositivos conectados por área deve ser 50 a 100 vezes maior que o atual – esse fator permitirá um imenso crescimento da tendência internacional da “internet das coisas”. Sistemas de iluminação pública e residencial, smartphonessmartwatches, eletrodomésticos, dispositivos de monitoramento, sensores de presença, frequencímetros cardíacos, centrais de segurança, guichês de supermercados ou estacionamentos, caixas de supermercados, sensores meteorológicos e muitos outros sistemas e aparelhos poderão conectar-se mutuamente com o uso da rede de quinta geração. Com isso, inúmeras possibilidades surgirão cada vez mais inteligentes e conectadas;
  • O tempo de conexão entre aparelhos móveis deve ser menor que 5 ms (milissegundos), enquanto nas redes 4G é de 30 ms – isso possibilitará, por exemplo, a comunicação entre veículos autônomos, o desenvolvimento de sistemas de segurança que evitem acidentes automobilísticos e a realização de cirurgias remotas com o uso de robôs.

Quando poderemos usar a tecnologia 5G?

A promessa é que as novas redes sejam implementadas em 2020, contudo, o funcionamento regular está previsto para acontecer por volta de 2025, pelo menos nas principais metrópoles mundiais. Será que São Paulo, segunda maior metrópole da América Latina, está nessa lista? Vamos esperar!

Em quais dispositivos poderemos usar a rede?

Infelizmente, os receptores do sinal 5G serão lançados com preços pouco acessíveis. Contudo, com o passar do tempo, ficarão mais baratos. Estima-se que os primeiros aparelhos a desfrutar da “rede do futuro” sejam os smartphones.

À medida que o custo de fabricação diminuir, é previsto que outros aparelhos, como eletrodomésticos, possam conectar-se à quinta geração. A tendência é que o 5G possa, em breve, substituir até mesmo as redes residenciais de Wi-Fi.

Quanto custará o acesso?

Apesar de o investimento para a infraestrutura das novas redes não ser nem um pouco modesto, ainda não é possível prever o preço para o usuário final. Na Europa, estima-se que os custos de instalação estarão entre 300 e 500 bilhões de euros.

 

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