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E o Google +, como vai?

E o Google +, como vai?

O lançamento do Google + em meados deste ano deixou os usuários afoitos. Todos queriam receber um convite para entrar na nova rede, a qual, dizia o slogan, mudaria a maneira de se relacionar virtualmente. Logo que o acesso à criação de Larry Page foi liberado, o crescimento diário era de 1.200% ao dia.

No entanto, alguns meses após o lançamento do Google + (também conhecido como Google Plus), 60% dos usuários debandaram. O último relatório, divulgado pela empresa em outubro, mostrou que há 40 milhões de pessoas cadastradas na rede, o que equivale 5% dos 800 milhões de adeptos ao Facebook.

Erich Schimidt, CEO da rede social, acredita que essa queda não significa que a rede esteja ruim. “Temos um produto chamado Google+ Plus, que vai ocupar um mercado um pouco diferente do Facebook”, salientou.

Google, um atraso patético

Como se não bastasse a debandada de usuários, o Google Plus também tem recebido críticas internas. O engenheiro de software da companhia, Steve Yegge, escreveu em um post dizendo que a rede social “é um atraso patético”.  Segundo o site Huffington Post, Yegge falou que o “Google+ é resultado de um estudo com pouco pensamento e é baseado na noção incorreta de que o Facebook é bem-sucedido porque existe ali um bom produto”.

Inovações no Google

Para tentar segurar os usuários, o Google tem lançado algumas ferramentas. A primeira delas é o “What’s Hot” (o que há de mais interessante, na tradução livre), um tipo de “trending topics” – do Twitter – que mostra os assuntos mais comentados. Segundo a empresa, com essa ferramenta o usuário não vai perder nada do que estiver acontecendo de interessante na rede social.

Outra ferramenta é o Ripples (algo como reverberações), que mostra a repercussão de um post. Sabe quando você publica um post no Facebook e consegue ver quem compartilhou, curtiu e comentou? É mais ou menos assim.

A terceira ferramenta lançada pelo Google Plus é o Creative Kit, um editor de fotos dentro do Google Plus. Agora, os usuários poderão fazer alterações em suas imagens sem precisar recorrer a programas como o photoshop, por exemplo.

Google plus para empresas?

Com a divulgação das ferramentas “What’s Hot”, “Ripples” e “Creative Kit”, o Google se aproximou um pouco mais das companhias, que desde o lançamento da rede criticam a falta de espaço para elas. A partir de agora, a nova rede social está disponível para empresas desde que elas usem o Google Apps, serviço que disponibiliza diversos produtos do Google em crowdsourcing.

Veja também: Google Shopping chega ao Brasil

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