A maioria dos vírus usam e-mail para se propagar
O e-mail é hoje a principal fonte de contaminação e propagação de vírus nos computadores. Mesmo sendo elevado o grau de risco, a maioria dos usuários não entende os verdadeiros mecanismos pelos quais os vírus propagam-se e acabam ficando vulneráveis à maioria dessas pragas.
Grande parte dos usuários de e-mail utiliza os programas Outlook ou Outlook Express, da Microsoft, que já vêm instalados nos sistemas Windows. Porém, por ser o mais utilizado ele é também o mais vulnerável, garante, Antonio Borba, da empresa de informática Magic Web Design.
Mas, segundo ele, já existe uma alternativa para evitar maiores problemas. Quando utilizar o Outlook Express, desabilite a execução de "Active X" nas configurações de segurança (Painel de Controle - Opções da Internet - Segurança) e visite semanalmente o site do Windows Update (http://windowsupdate.microsoft.com) para instalar as últimas versões do programa. "É muito importante manter seu Outlook sempre atualizado", finaliza.
Outras formas
Além dos vírus que se utilizam de brechas do correio eletrônico, Borba explica que existem os que vêm anexados as mensagens e que preferencialmente não devem ser abertos pelos usuários.
Extensões de arquivos como .EXE, .COM, .VBS, .PIF e .SCR, podem conter comandos maliciosos, o que pode contaminar o computador. "O melhor mesmo é conter a curiosidade e não abrir qualquer um desses programas, a não ser que se tenha certeza da origem, pois os vírus costumam falsificar remetentes e, normalmente os e-mails contaminados vêm de pessoas conhecidas", comenta.
Além disso, uma modalidade nova de vírus pode contaminar a máquina por meio de um site visitado pelo Internet Explorer. "Normalmente, o e-mail traz uma mensagem convidando o usuário a visitar um site qualquer e, ao clicar no link, a pessoa estará indo para um site contendo o vírus", explica. Portanto, vale a máxima: melhor prevenir do que remediar.